Fracasso - Diego Hypolito cai de bunda

Esta foto me remete ao fato de que o dispêndio do Comitê Olímpico Brasileiro aos cofres públicos chega a 50 milhões ao ano. Gastamos toda essa grana para os caras cairem de bunda-no-chão e contentarem-se com “décimos-lugares”. É a essência do brasileiro que não desiste nunca e vai de fracasso em fracasso, sem nunca perder o entusiasmo.

Por fim vêm as desculpas. Eu desculpo, sim! Mas somente se da próxima vez eles fracassarem com o dinheiro deles.

E nunca é demais lembrar que o único sucesso veio do capital privado. Cesar Cielo treina graças ao capital do pai, seu único investidor.

…uma pequena reflexão do grande sábio, Jacques Bonhomme*, sobre a teoria dos três sons, que resumem tudo o que busca o homem no decurso da sua experiêcia mundana. Tais são eles:

1) o sussurro das mulheres;
2) o tilintar das moedas;
3) o alarido das palmas.

Nenhum homem se logrará plenamente satisfeito se, ao menos uma vez na vida, não tiver tido contato com eles.

* A quem o pseudo-filósofo, Calderón de Mejia, plagiou o livro “L’homme et les choses triples”.

Baudelaire, numa traduçãozinha capenga. Mas o que vale é la bonheur… la bonheur, mon enfant! Vamos, porque nossa pátria é o mundo…

O convite à viagem

Minha criança, minha irmã,
pensa na doçura de lá vivermos juntos!
De amar na vontade,
de amar até a morte ao país que te assemelha!
Os sóis molhados
daqueles céus cerrados,
tem para mim todos os encantos tão misteriosos
dos teus olhos traiçoeiros brilhando através das lágrimas.

Lá tudo é ordem e beleza
luxo, paz e prazer

Móveis brilhantes,
lustrados pelos anos,
decorariam o nosso quarto.
As mais raras flores
misturariam suas fragrâncias aos vagos perfumes do ambar.
Os ricos tetos,
os espelhos profundos,
e o esplendor oriental,
sussurrariam,
à alma em segredo,
sua doce língua nativa.

Lá tudo é ordem e beleza,
luxo, paz e prazer.

Olhar sobre estes canais,
dormir nestas embarcações cujo temperamento é vagabundo,
apenas para saciar o teu mais ligeiro desejo,
que vem lá da extremidade do mundo.
- Os pôr-dos-sóis cobrem os campos,
os canais e a cidade inteira de jacinto e ouro.
E o mundo adormece numa aconchegante luz.

Lá tudo é ordem e beleza,
luxo, paz e prazer

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L’invitation au voyage, Charles Baudelaire

Milhares de leitores nos escrevem diariamente suplicando por mais notícias sobre o rei Mswati III, da Suazilândia, o maior comedor do mundo, segundo a imprensa mundial. Uma das últimas notícias que tivemos foi que 50 mil virgens com seios à mostra fazem todos os anos um ritual para a escolha da próxima vítima do rei comedor.

Mswati III - o rei comedor
Mswati III, o rei comedor

Mas o que nossos augustos leitores estão interessados é como um rei feioso, estrábico e com tetinhas consegue levar as jovens à loucura de mostrarem os seios e suplicar por tê-lo devorando suas intimidades. Nós do Pé Sujo aceitamos o desafio e nos propomos a explicar toda a estrutura ideológica vindo por trás do rei comedor.

Não foram poucos os filósofos que se preocuparam em desvendar o munda das belezas. Desde Sócrates, que via a beleza como procriação das coisas superiores, passando pelos escolásticos, que viam a beleza no eterno, o assunto é tema de tratados volumosos que preocupam as mentes mais brilhantes.

Uma conclusão unânime é que as pessoas mais feias tendem a dar importância as coisas mais superficiais. Tais criaturas horripilantes, buscam desesperadamente disfarsar seus desprivilégios e ainda a busca incansável pela eternidade da juventude, afinal, a feiura vai se acentuando sem cremes de beleza, alisamentos e escovas progressivas. Pouco importa às pessoas fisicamente desafortunadas, a honra, os bons costumes, a inteligência e a conduta exemplar. Preferem disfarsar a feiura chamando a atenção a uma peça de roupa diferenciada, combinando sapatos e bolsas e pregando uma flor artificial próximo ao ombro esquerdo. Tal dissimulação se expande à vida social do praticante fashionista, filosofia antiga, agora revigorada no século XX e difundida no Brasil pela ascenção da anorexia.

Foi-se a época em que a nobreza era detentora da cultura superior. Hoje, Mswati, o rei comedor, expressa o que tem de mais significativo do mundo moderno e das altas realezas mundiais. Mswati é um rei fashion, engajado às políticas sociais, discursa regulamente na Onu em defesa de campanhas civilistas e é amigo pessoal de Fidel Castro.

ONU Asembléia Geral
Discusando na Onu: look impecável

Com Fidelito e seu look guerrilheiro moderno
Com Fidel sempre na moda, fardado em look guerrilheiro moderno casual, tendência que volta com tudo no próximo outono-inverno

Assim como o mundo da moda, o rei não esconde a preferência pelas ninfetas, repudiando violentamente às balzaquianas. Em verdade, não é que o rei não curta uma coroa experiente, loira e fashion como *Erika Palomino, mas, sim, leva muito a sério as estatísticas. Pois os números mostram que a Suazilândia tem 40% da sua população adulta infectada pelo vírus da Aids. Taí a predisposição do rei comedor à pedofilia.

Mesmo sendo feio, Mswati está sempre na moda. Considerado o africano mais fashion da história pela Vanity Fair, o rei comedor exibe diariamente suas roupas estravagantes. Aposta nas coleções exclusivas desenhadas por estilistas famosos, estando sempre no Top 10 Sexy Male Celebrity da revista Animal World, patrocinado pela Animal Planet.

Seu engajamento no mundo da moda é gigantesco. Além de inspirar estilistas a criar bolsas, saias e sapatos de oncinhas e o look africano louco de Carlinhos Brown, mostra-se incomodado com a questão da anorexia. Tanto que adotou a política cubana de consumo de calorias em seu reinado, e ao invés das modelos terem o que comer e vomitar por imposição autoritária do mercado capitalista, elas passam fome. Com esta estratégia ousada, exterminou a obesidade e a anorexia de sua nação.

Ninfetas anorexicas do rei comedor
A obesidade e a anorexia não faz mais parte dos problemas de Saúde Pública da Suazilândia

O rei comedor é um ícone da cultura fashion. É feio, burro e incapaz, mesmo assim sabe viver bem. Além de distribui Mercedes Bens e palácios de 10 milhões de dólares para suas amantes, costuma promover festas Raves com muito suco de frutas, energéticos, homossexualismo e balas artificiais.

Festinhas fashion
O rei comedor em uma de suas festas Raves, comemorando a chegada de seu reinado ao primeiro lugar em desnutrição

Embora seu reinado de extravagâncias fashionistas sejam às vezes criticados a quem não dê muito valor ao mundo da moda, muitas são as contribuições e doações internacionais ao seu reinado. Atualmente a maior parte da ajuda estrangeira a Suazilândia está cana­lizada através de agências da ONU, como o Pro­grama Mundial de Ali­mentação (PMA). Um programa que deu certo: acabou com a obesidade e a anorexia, característica dos países capitalistas. Infinitamente mais prático do que o Fome Zero brasileiro.

Mas a pergunta inicial ainda não foi respondida, dirão àqueles mais tidos a combinação de roupas do que à interpretação do texto. Assim vai uma breve síntese:

Não importa a falta de beleza física quando se têm panos caros, carros de luxo e palácios contrastando-a.

Como imagino Baudelaire dizendo à uma bela mulher, após algumas horas debruçado sobre seus poemas, “sois belle et tais-toi, ma belle fleur noir”. Numa tradução mais ousada ao português chulo: “tire a roupa e já pra cama, minha neguinha!”. Eis a filosofia de Mswati III, o rei comedor.

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* Erika Palomino é uma bela e balzaquiana jornalista que trata o mundo da moda como questão de Estado;

** Charles Baudelaire é um poeta e ensaista francês que tinha preledição às negrinhas.

Dizem que consta nos anais da Câmara Municipal de Carapicuíba, as notas taquigráficas de uma sessão em que as discussões versavam sobre a instituição de mais um feriado, quando um vereador, defensor da lei do feriadão, disse que era óvio (sic) que se tratava de uma conquista importante aos trabalhadores carapicuibenses.

Um colega de casa, pela ordem, pede a palavra à contragosto do orador, para explicar a Vossa Excelência, que, embora fosse contrário à Lei, não pretendia criticá-la naquele momento, mas apenas chamar a atenção à fala do nobre colega, que insistia em dizer “óvio”, sendo o correto dizer óbvio. O vereador não gostou e retrucou da tribuna: - É óvio! É óvio! A partir daí, a confusão é geral no legislativo carapicuibano, até que o presidente da casa se impõe exigindo a ordem e promete dirimir as dúvidas quanto ao caso colocando-o em votação. Afinal, era óvio ou óbvio?

Mas você tem dúvidas de que o óvio ganhou?

Ele diz:
…quer q eu seja mais direto?
Ela diz:
entendi já, não precisa! rs
Ele diz:
olha, e tem outra, as mulheres detém o poder, entende?
Ela diz:
mais ou menos…
Ele diz:
…um cara olha uma garota dando mole, olha pro lado e diz para os amigos mais tontos que ele: Vou comer essa mina! Mas ela, lá do outro lado, dando mole pra ele, sabe das más intenções…. gosta da idéia… talvez seja o que ela quer…com certeza é…
Ela diz:
e…?
Ele diz:
… mas sabe também que é ela quem decide isso
Ela diz:
mais ou menos! Acho que na maioria das vezes, mas nem sempre é real essa de que o homem sempre quer. E que a mulher decide se acontece ou não…
Ele diz:
prossiga…
Ela diz:
já vi casos de guria que queria dar pro cara, fez de tudo e o cara não quis! E não me venha com a teoria simplista de dizer que era gay!!!!!!
Ele diz:
não… é excessão a regra… sei lá, de repente ele tá afim da melhor amiga dela!
Ela diz:
Não, não… reunião da mulherada e uma lança que tinha discutido com o namorado. Causa da desavença: ela dormiu o fim de semana todo na casa dele e eles só transaram uma vez! Ela ficou no veneno!
Ele diz:
humm…sei que vou cair no clichê, mas, já excluindo a hipótese dele ter descoberto que é moderninho e que vê o mundo alegre como uma festinha Rave, como diria Sherlock Holmes: cherchez la femme!

Circula pela internet uma brincadeira com livros. Parece uma daquelas imbecis correntes por e-mails, mas sem àquelas obrigações malucas de repassá-las com medo de se tornar impotente ou iniciar uma abrupta queda de cabelos até à calvice, do dia para a noite, em função de ter quebrado a tal corrente. Claro, certamente o indivíduo que me enviou foi tomado por medo similar e obrigado a prosseguir com tal tarefa. E como soy loco pero no tonto, repasso o abacaxi.

No entanto, por se tratar de livros, qualquer bobagem torna-se algo fabuloso, não é mesmo? E ainda evita impotência e queda de cabelos até à calvice.

Eis então, após malfadada introdução, minha humilde contribuição para a manutenção da saúde sexual dos meus amigos:


“Por outro lado, aborreceria José Bonifácio verificar que, por suas manobras, pretendia a Maçonaria arrogar-se a direção dos negócios políticos, colocando o governo, mais empenhado do que nunca em levar a cabo a emancipação do Brasil, em papel secundário e humilhante.”

Trecho do livro José Bonifácio, de Octávio Tarquínio de Souza (que a Livraria Cultura não tem a capa e sou obrigado a linkar o Submarino)

Bonifácio inventou o Brasil. Transformou um ignorante em Imperador e tinha um monte de idéias para fazer deste imenso bananal uma nação séria. À época, viu destituídas, no puxa-saquismo genuíno brasileiro, suas esperanças de erguer um país organizado, pois a maioria estava mais interessada nas bajulações e disputas pelo apreço do então príncipe D. Pedro.

Sem mais delongas, repasso o abacaxi para outros blogueiros (não sei o porquê, mas acho insultuosa esta palavra): Christian Rocha, Patrícia M., Anselmo Heidrich, Janer Cristaldo e Yuri Vieira, não garantindo suas ilustres participações.

Seguem as regras para quem quiser participar da brincadeira (e evitar problemas sexuais futuros):

1ª) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);

2ª) Abra-o na página 161;

3ª) Procurar a 5ª frase completa;

4ª) Postar essa frase em seu blog;

5ª) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;

6ª) Repassar para outros 5 blogs.

Sem mais, subscrevo-me.

As pessoas adoram ser enganadas. Imaginam sempre serem melhores do que são e cultuam isso com uma certa soberba, nutrindo um certo sentimento de dó aos outros que sabem menos que elas. Mas em verdade, é ao contrário, mas substituindo o dó pela ironia.

Não adianta pensar que sabe das coisas, é dever saber. E o saber é uma tarefa intrínseca que nenhum curso de neurolingüistica, MBA ou tutorial de e-learn (exceto claro, o que ora é exposto) o ensinará. Preste atenção nisso e não se iluda, isso lhe renderá alguns milhares de reais poupados, além de não rirem de você nas tuas costas.

Aula # 2 - Transcedendo os limites das inter-relações profissionais objetivando aventuras amorosas descompromissadas.

1 - Definições

Estando atento às considerações iniciais, partimos da verdade absoluta de que todas as pessoas sentem necessidade de poder. Mas o poder tem vários tipos que obrigatoriamente devemos concetuá-los antes de continuarmos a nossa aula de hoje. Ei-los:

Poder Físico: Antigamente este poder valia muita coisa. Puxar uma espada ou dar um bom soco na boca do estômago eram importantes para uma ascenção social. Atualmente, o poder físico é superado por qualquer ratíquico com um bom advogado. Além disso, uma arma de fogo na mão de um trombadinha desqualificou qualquer grau de maestria nas técnicas de caratê. Assim sendo, a menos que queira pôr os pingos nos “is” e quebrar o nariz de um bobalhão, não use deste poder antes de uma boa consulta ao seu advogado.

Poder Institucional: No serviço público funciona quase como uma lei divina. É o tipo de poder muito usado por alguns promotores de Justiça, em que o guardião infla o peito, levanta o narizinho, faz cara de macho e diz: - Sabe com quem está falando?. Para a obtenção deste poder sobrenatural basta ter um padrinho político (ser amigo do José Dirceu, por exemplo). Entretanto, no setor privado sofre algumas vulnerabilidades. É importante notar que há uma hierarquia de poderes pelo qual devemos nos orientar antes de os colocarmos em conflitos. Afinal, como num joquempô, um poder suprime um, mas não o outro. Resta-nos ter certeza da combinação que auferirá vitória ao que guardamos, caso contrário fuja do embate e espere uma nova oportunidade para o ataque.

Poder Sexual: Este é o poder mais usado ultimamente e urge uma precaução para não sofrer um atentado deste tipo (mas se ela for gostosa, vale a pena perder alguns rendimentos, mas se você não quiser repasse o débito pra mim, ok?). Mulheres sempre terão vantagem, já que é um poder extritamente feminino. Claro que com boas técnicas ovidianas, alguns desatentos exemplares do sexo feminino poderão sucumbir aos encantos deste poder. Entretanto, em verdade lhes digo que é uma batalha com risco alto demais para o nosso objetivo.

Poder Financeiro: Este é sem dúvida o poder mais poderoso. Não há pleonasmo que possa exprimir o quanto o guardião deste poder pode realizar em batalhas. Ele pode demitir, admitir, enfim: comer quem quiser sem que lhe seja chamada a atenção. Não é exageiro dizer que com o acúmulo de capital você conquista a verdadeira liberdade. No entanto, a única vulnerabilidade deste poder, refere-se ao poder anterior. Muitos milionários se pederam em meio a putaria, passando o seu poder aos guardiões do poder sexual. Aos detentores do capital urge prudência, bom senso e, claro, um bom advogado.

Poder de persuasão: Muitos autores conceituam, errôneamente, este poder como a arte de usar argumentos para mudar atitudes e opiniões alheias. No entanto, caro aluno, todos nesta curta vida já puderam debater com seres inferiores a nós e, como conclusão, nunca chegamos a lugar algum. Estar certo não quer dizer que a besta que lhe contradiz tomará seus argumentos para uma reflexão severa sobre seus pobres conceitos. Assim, este poder nada mais é do que um mix de todos os outros juntos. É saber usar a cortesia das pessoas por você para conquistar sinecuras e manter-se nela; saber usar o apelo sexual para arrancar melhores rendimentos no final do mês; saber acumular capital para ter a liberdade de arrotar grosso e comprar consciências.

Enfim, a estrutura do poder é estabelecida numa escala em que se busca uma ascenção social. Para o bom uso dos poderes deve-se estabelecer o mínimo de confrontos, levando em consideração que todos têm vulnerabilidades.

2 - O sexo como veículo

Para Freud tudo começava e terminava em sexo. Se na concepção o sexo é fundamental, não é diferente na inter-relação pessoal e profissional. As pessoas (inclusive nós) queremos satisfazer prazeres carnais e emocionais, e isto pode (e deve) ser usado para a obtenção do objetivo para o qual estudamos neste curso. Usando o sexo para fins meramente profissionais (e não confundamos com prostituição, s.m.j.) poderemos saciar as nossas carências ao mesmo tempo que galgamos mais um degrau na estrutura do poder.

Não subestime o amor, pois ele pode atrapalhar os planos mais bem arquitetados. Nem deixe se levar a crer que uma bela bunda pode despertar os mais belos e puros sentimentos. Uma bela bunda nada mais é do que o que se propõe: uma bela e elipsada bunda.

Tome para si os sentimentos mais íntimos do seu condutor neste caminho vertical. Mas esteja certo que a bela e elipsada bunda quando revelada sua portadora, aponte em direção ao céu e não o inferno.

3- O compromisso é com a ascenção

O célebre economista Milton Friedman dizia que não é da caridade do padeiro ou do açougueiro que teremos o que jantar. A vida se faz de relações de trocas em que o interesse de um confronta o de outro. Aristóteles já chamava a atenção disso em Ética a Nicômaco, mas ele, diferente de mim, era culto demais para analisar as baixezas a que mergulhou o mundo empresarial. A cultura de lucro é muito mais do que um mero acúmulo de capital. A maioria não busca o dinheiro senão para olhar para o lado com arrogância e querer exercer o Poder Insitucional. Acredite, as pessoas não ganham dinheiro para poder relaxar com prazeres materiais, mas sim para tentar elevar sua pesada e pobre alma e esquecer da porcaria em que vivem duramente. O dinheiro é para esses seres inferiores uma forma de disfarsarem seus complexos de inferioridade.

Assim, todo poder auferido deve ser usado para os objetivos indicados neste referido curso, levando em conta o axioma que abre o tópico desta lição. Para ter uma ascenção é importante construir relações e inter-relações com outros seres. Alguns deles (uma minoria absoluta e privilegiada) estará trilhando o mesmo caminho que apontamos, e saberão negociar acordos de interesse mútuo. Entretanto, a grande maioria estará acorrentada a coisas inúteis, mas na maioria das vezes serão importantes para a escalada. Portanto, aprenda com as lições anteriores (inclusive a primeira aula) a lidar com todos os tipos de pessoas que podem proporcionar atalhos.

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A próxima aula será prática, mas é importante o bom entendimento da parte teórica por ora dirigida.

3 - A arte de negociar e vender mais caro ao colega de trabalho

Marco Aurélio Garcia e seus gestos obcenos

Sargento Garcia e seus gestos obcenos. Ah, e Tonto, seu assessor e fiel escudeiro.

O importante nesta vida é saber se as coisas misturam, se integram. Se a gente se integra com a galera; se o meu dinheiro se integra com as minhas contas; se a loira da video locadora se integra com alguém (e por quê não eu???)…

Well, will it blend? That’s the question!

NÃO VÃO TENTAR ISTO EM CASA, HEM!!!!!!!!

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